Senador Márcio Bittar pode virar ministro do governo Bolsonaro

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

O sonho de virar ministro

O SENADOR MÁRCIO BITTAR (sem partido), tem uma meta ousada, que espera conseguir fechar a partir do início do próximo ano: integrar o ministério do presidente Jair Bolsonaro. Ele tem o foco no ministério do Desenvolvimento Regional, já que o ministro Rogério Marinho deve deixar o cargo em março para ser candidato.

O ministério é um dos mais poderosos do governo federal, onde são coordenados os programas habitacionais, o que pode ser um chamariz numa eleição.

No ato de lançamento da pedra fundamental da ampliação da Santa Casa de Misericórdia, gerida pelo ex-vereador José Alex, que recebeu 120 milhões de reais de emendas do senador Márcio Bittar, o assunto veio à tona de forma cifrada.

No seu discurso Bittar, mineiramente, jogou a jaboticaba na sua fala, ao dizer que, se for convidado por Bolsonaro para assumir um ministério, vai aceitar. E, chegou até pilheriar para o seu suplente e médico Eduardo Veloso: -se prepare porque você pode assumir.

Esta engenharia política embute um fato: como ministro, Márcio Bittar teria como embalar ainda mais a candidatura da Márcia Bittar (sem partido) ao Senado, na eleição de 2022. Todo indica que, na disputada única vaga de senador no próximo ano, o sistema vai ser bruto.

DEVERIA SER ATENDIDA

AO FORMULAR o pedido à direção do SOLIDARIEDADE para que seja expulsa da sigla, a deputada federal Vanda Milani quer ficar livre o mais rápido possível para se filiar ao PROS. A lógica seria o SD acatar o seu pedido, porque se não sair agora, sairá em março, na janela partidária. O SD não contará, em hipótese alguma, com ela na eleição de 2022.

VEM EMBALADO

O PREFEITO Mazinho Serafim vem fechando o ciclo do seu segundo mandato em Sena Madureira, com um saldo positivo de obras. Mazinho deve sair da eleição de 2022, como um dos parlamentares mais votados para Federal.

OUTRA QUE VEM ATROPELANDO

E, NÃO FICA apenas no prefeito Mazinho Serafim, a sua mulher e deputada Meire Serafim (MDB), a mais votada na última eleição, também vai chegar atropelando entre os mais votados para a ALEAC. É mais do que óbvio.

NOVA QUEDA DO MITO

É UMA PESQUISA ATRÁS da outra é o presidente Jair Bolsonaro continua em queda livre na preferência popular. Na recente pesquisa XP\IPESP, Lula aparece com 40% das intenções de votos, contra 24% do presidente Bolsonaro. E, não venham com teorias da conspiração, em pesquisas de cinco institutos diferentes, o Lula ganhou em todas e de maneira folgada. Não é de definir, mas é um norte que vem se consolidando.

PERDEU O CAVALO SELADO

O presidente Jair Bolsonaro poderia estar hoje numa posição de imbatível, se tivesse no início da pandemia pegado a bandeira da vacinação e adotado como uma posição de governo. Pelo contrário, foi contra a vacinação, falou que não imunizava ninguém; que, quem tomasse ia virar jacaré; e receitou dois remédios inócuos no combate ao Covid-19: Ivermectina e cloroquina. Só mandou o Brasil avançar na vacinação após milhares de mortes. Fora os seus destemperos verbais. Está pagando caro o preço dos seus erros e da sua arrogância.

VOU REPETIR

VOU VOLTAR a bisar: memorizem os rostos das maiores autoridades evangélicas que estão hoje com o Bolsonaro. A maioria esmagadora, se o Lula ganhar vai aparecer lhe enaltecendo como o melhor presidente do país.

VAI FICAR NESTE BOLO

NA ELEIÇÃO para deputado estadual em Brasiléia, deverá sair deste bolo as melhores votações: Leila Galvão, Tadeu Hassem, Eduardo Ribeiro e Maria Antonia.

O JENILSON É DANADO

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) é um político bom de campanha, de brigar pelo voto dos grotões. Mas, ele reconhece que o deputado Jenilson Leite (PSB) não fica atrás nas andanças. Ambos, disputarão o governo.

PULO DO GATO

O DEPUTADO Jenilson Leite (PSB) vai continuar tocando a sua candidatura a governador, mas se na frente o Jorge Viana resolver disputar o Governo, já preparou a cama para pular para a disputa do Senado.

PLANOS A E B

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) ainda acredita que, na reforma eleitoral se permita às “federações” (uma forma envergonhada das coligações proporcionais), para montar as chapas à ALEAC e Câmara Federal. Mas, se não der certo, Magalhães promete convocar a tropa da casa para preencher as chapas.

DOIS DESTAQUES

TIVESSE que apontar dois vereadores mais atuantes da Câmara Municipal de Rio Branco neste primeiro ano de legislatura, sem pestanejar citaria os vereadores Emerson Jarude (MDB) e Michelle Melo (PDT). Levantaram temas que de fato interessam à população, cumprem com rigor o papel da vereança, que não deve ser de amém e sim senhor.

FICA BRAVO

O PRESIDENTE do PT, Cesário Braga, fica bravo quando se diz que Jorge Viana (PT) disputará o Senado em 2022. Cesário e muitos querem vê-lo disputando o governo.

VOTO DO AGRONEGÓCIO

CONVERSANDO ontem com um amigo fazendeiro, este previu que a deputada federal Mara Rocha deverá ter muitos votos para o governo, no setor do agronegócio.

MEXIDA NO QUADRO

AS PESQUISAS para o Senado, que deverão acontecer ao longo do mês de outubro, vão dar um panorama melhor de como estão posicionadas as candidaturas, porque já estão nas ruas. Pode dar uma mexida no quadro, a ponto de quem aparecer muito mal avaliado querer desistir.

AGENDAS POLÍTICAS

O GOVERNADOR Gladson Cameli cumpriu ontem agenda política no aniversário de Sena Madureira; e dia 28, no aniversário de Cruzeiro do Sul. Na busca da reeleição, Gladson tem se mexido mais que na campanha anterior, quando ganhou o governo.

MUITO MAL

RIO BRANCO não é um município rico, pelo contrário. Não contesto a legalidade. Mas pegou muito mal o prefeito Bocalom ceder equipamentos rurais da PMRB, para a prefeitura de Acrelândia. É como fazer filho em mulher alheia. O “produzir para empregar”, não ia ser na zona rural daqui?

MELHOR EXPLICADO

PRECISA ser melhor explicada pelo prefeito Tião Bocalom a destinação de mais de 2 milhões de reais para tirar as empresas dos transportes coletivos da quebradeira.

FRASE MARCANTE

“Não existe soldado fraco quando o general é forte”. (Ditado coreano).